Em meio à a Semana Mundial do Meio Ambiente, o Coletivo Lixo Zero reuniu-se com o secretário Municipal de Educação de Lagarto, Magson Almeida, para apresentar e viabilizar a implantação do projeto educativo-ambiental “Escola Lixo Zero” nas escolas municipais, abrangendo as famílias e as diversas comunidades locais.
Além disso, durante o encontro, foram detalhados os processos pedagógicos de atuação do Instituto Lixo Zero Brasil e a forma como eles podem ser levados às salas de aula. “É preciso um grande engajamento de toda comunidade escolar para efetivar o projeto e assim conseguirmos ótimos resultados a curto prazo”, observou a embaixadora do ILZB, Rossevanya Andrade.
A reunião também contou com a presença da Protetora Vera, que fez uma breve exposição sobre a relação entre os animais em situação de rua e o descarte incorreto do lixo misturado e sem seletividade, que põe em risco a vida e até mesmo pode causar a morte dos pets pela ingestão de vidros, seringas e substâncias tóxicas, já que esses mesmos animais se alimentam dos restos orgânicos encontrados nos sacos de lixo. “Vejo a importância dessa parceria para ambos os casos serem solucionados, o conceito Lixo Zero e os animais abandonados fora de perigo”, destacou.
Já o técnico do setor ambiental da SEMED, Tarcísio Lima, falou sobre a participação da pasta no Programa A3PSul, que tem a proposta de separar e armazenar em coletor próprio para material reciclável: papel, plástico e papelão descartado na unidade.
Na mesma linha, o secretário Magson Almeida, reconheceu a importância da aquisição dos coletores seletivos e comentou que a gestão municipal poderá ser pioneira no tocante à educação ambiental de qualidade. “O futuro da nossa cidade é ter alunos e alunas preocupados com o meio ambiente e a forma como nos relacionamos com ele”, comentou.
Já a Protetora Vera destacou que: “Será gratificante saber que passos estão sendo dados na direção do progresso sem destruir a natureza, conscientizando as pessoas e trazendo para a classe estudantil uma nova linguagem didática e universal, indo muito além da ecologia e da campanha da horta, da coleta de lixo e de apenas noções básicas sobre o meio ambiente. Essas atividades são válidas, mas têm que ser encaradas como atividades motivadoras de um processo maior, integradas a um projeto no qual os objetivos perseguidos busquem a formação de um cidadão crítico e participativo, capaz de assumir suas responsabilidades socioambientais e éticas.”




