Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou o direito exclusivo do Ministério da Saúde ao permitir que Estados e Municípios possam comprar vacinas contra o novo coronavírus (Covid-19). Diante disso, em entrevista ao radialista Aloísio Andrade (Prefeitinho), o Gerente da Rede de Frios e Imunização da Secretaria Municipal de Saúde de Lagarto, Carlos Carvalho, afirmou que a compra não depende da vontade da prefeita Hilda Ribeiro (Solidariedade).
“[A compra] Não depende da gestão e não depende da prefeita, porque a vacina ainda não está sendo comercializada. Ela está sendo fornecida unicamente para o Programa Nacional de Imunização, que é responsável pela distribuição de forma igualitária e assim garantir a imunização da população brasileira. A gente já tem acompanhado informações sobre a possibilidade de comercialização após a vacinação dos grupos prioritários, claro que até lá teremos outros tipos de vacinas no Brasil”, justificou.

O governador Belivaldo Chagas também falou sobre o assunto e afirmou que nada mudaria, pois mesmo com a compra por parte dos Estados, a vacinação e toda a logística da campanha continuariam ditados pelo Ministério da Saúde. O posicionamento foi dado após a chegada de 16.500 doses de vacina Astrazeneca, que serão distribuídas para os trabalhadores da saúde e idosos com idade entre 80 e 89 anos. Em Lagarto, a expectativa é que o novo público comece a ser imunizado a partir da próxima segunda-feira, 1º de março.





