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Corpo de Bombeiros resgatou 1196 animais em situação de risco no ano de 2025

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O Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE) resgatou 1196 animais em situação de risco durante o ano de 2025. Isso representa um crescimento de 74 % de ocorrências desse tipo em relação a 2024, quando foram registrados 687 resgates. A maior parte desses animais são domésticos, cães e gatos, sendo comuns também resgates de bovinos e equinos. Além desses, diversos tipos de animais silvestres são resgatados como cobras, jacarés, corujas, capivaras, tamanduás, entre outros.

“A população aciona o Corpo de Bombeiros para os mais diversos tipos de situação e o resgate de animais é uma das ocorrências mais comuns. São cães e gatos que ficam presos em locais de difícil acesso, como entre paredes. Já em áreas rurais, resgatamos com uma certa frequência bovinos e equinos que caem em poços artesianos ou ficam atolados. Também resgatamos animais em ocorrências de incêndio”, afirmou o major Augusto Cordeiro, da Assessoria de Comunicação do Corpo de Bombeiros.

Durante o ano de 2025, foram registrados 638 resgates de animais domésticos, sendo 363 atendimentos feitos somente pelo Quartel Central, de Aracaju. “Somos chamados diariamente para o resgate de animais domésticos. Normalmente após o resgate eles ficam aos cuidados do próprio dono que nos aciona”, disse o bombeiro.

O major explica ainda os procedimentos adotados quando o resgate é de animais silvestres. “Alguns estão machucados e fazemos o contato com órgãos ambientais para o devido cuidado. Já nas demais situações, eles são devolvidos à natureza, em locais apropriados de acordo com a espécie. Um exemplo disso aconteceu recente, no período de carnaval, quando fizemos o resgate de uma jiboia de aproximadamente quatro metros em um condomínio no bairro Inácio Barbosa, em Aracaju”.

Ele lembra também o caso de um tamanduá que estava em um poste no município de Nossa Senhora do Socorro. “Fizemos o resgate e o animal ficou sob os cuidados da Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe (Adema), para avaliação médica e foi devolvido à natureza. Segundo o veterinário do órgão, o tamanduá deve ter saído de uma mata próxima para buscar alimento e acabou ficando em uma situação de risco próximo à rede elétrica”, concluiu.

Fonte: Ascom CBM/SE

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