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Dia D da coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas acontece dia 26 de agosto em Sergipe

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A Secretaria da Segurança Pública (SSP), por meio das Polícias Civil e Científica, participa, no próximo dia 26, do Dia D da coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. A ação faz parte de uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para alimentar o Banco Nacional de Perfis Genéticos. A coleta será realizada no dia 26 de agosto, das 7h às 13h, no Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) de Aracaju.

A finalidade dessa ação, segundo a delegada Lara Schuster, é alimentar o Banco Nacional de DNA com material genético de familiares de pessoas desaparecidas. “O mês de agosto é um período de campanha para essas coletas e, na semana de 23 a 28 de agosto, teremos uma mobilização maior. Em Sergipe, foi escolhido como Dia D o dia 26 de agosto”, ressaltou.

“Nesse dia, estaremos realizando a coleta de forma itinerante, em parceria com a Polícia Científica e o IAPF, aqui no DAGV de Aracaju, justamente para facilitar o acesso das famílias”, acrescentou a delegada, explicando que o material genético poderá ser comparado para auxiliar na localização de pessoas desaparecidas ou na identificação de restos mortais.

O Banco Nacional também possibilita a comparação de materiais genéticos de pessoas que estejam em outros estados ou até em outros países. “Existe uma cooperação nacional para a coleta e o armazenamento desse material genético, o que amplia as possibilidades de localização e identificação”, reiterou a delegada.

Conforme o diretor do IAPF, Kleber Willer, o procedimento envolve uma coleta simples, feita com um cotonete. “Em que a gente raspa a parte interna da bochecha do familiar e coleta o material genético para ser inserido no banco. A orientação que a gente dá aos familiares é que, caso tenham algum material da própria vítima, como escova de dente ou aparelho de barbear, por exemplo, também podem trazer. Esse material pode ajudar na busca pela pessoa desaparecida”, explicou.

A SSP orienta que os familiares de pessoas desaparecidas que já possuem boletim de ocorrência registrado compareçam diretamente ao DAGV para a coleta do material genético. Já aqueles que ainda não formalizaram o desaparecimento poderão registrar a ocorrência no próprio local e, em seguida, serão encaminhados para a realização da coleta.

“A orientação é que os familiares compareçam com o boletim de ocorrência. Caso a família não tenha o BO, deve procurar uma delegacia ou comparecer durante a semana da mobilização, para que o boletim seja registrado e a coleta do material genético possa ser realizada”, explicou a oficial investigadora Márcia Brito.

Fonte: SSP/SE

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