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Empresa estuda implantar base de fornecimento de gás natural em Lagarto

Medida foi anunciada ao governador Belivaldo Chagas (Foto: Marcos Vieira - ASN)

Em época de eleição, com o objetivo de atrair investimentos para o município, um tema bastante recorrente em Lagarto é a implantação do gasoduto. Entretanto, a multinacional Golar Power pretende por fim a este assunto, uma vez que está estudando implantar bases de distribuição de gás natural liquefeito nos municípios de Lagarto, Nossa Senhora da Glória e Itabaiana.

Medida foi anunciada ao governador Belivaldo Chagas (Foto: Marcos Vieira – ASN)

A ideia, segundo o gerente de Relações Institucionais da Golar, Marco Túlio Rodrigues, é aproveitar a estrutura de armazenamento do gás natural liquefeito que está sendo implantado pela Centrais Elétricas de Sergipe (Celse), que tem um navio com capacidade de 152 mil m³ de gás natural liquefeito, e distribuí-lo via cabotagem aos municípios do nordeste que não têm o combustível canalizado.

“A partir desse armazenamento, a gente levará o GNL para terra e transportará, por contêiner, para o interior do estado. O gás natural liquefeito possibilita o transporte de uma quantidade superior de produto, em pequeno volume. Diferente do gás comprimido, já que um metro cúbico de gás natural liquefeito equivale a 600 m³ de gás natural. Com isso, estamos estudando três cidades, Lagarto, Glória e Itabaiana, para estabelecer as bases de fornecimento, tanto de gás natural veicular, gás natural liquefeito para os novos caminhões que estamos trazendo e para a Sergás estabelecer uma rede local de distribuição de gás, sem necessidade de construção de dutos até as cidades”.

Conforme Rodrigues, as unidades inéditas devem entrar em funcionamento até o final do segundo semestre deste ano. “Já existe planta de liquefação no Brasil, mas a estruturação de redes locais, remotas, com abastecimento via caminhões com gás natural liquefeito, da forma como estamos fazendo, é única no Brasil. A ideia é que a gente possa levar ao interior uma energia limpa, mais barata e que propicie o desenvolvimento de indústrias. Não é só o gás natural veicular, mas o gás natural que pode ser utilizado em pequenas e médias indústrias, e, à  medida que se disponibiliza energia barata no interior, isso estimula o desenvolvimento local”, pontuou o executivo.

Vale destacar que o gás a ser distribuído pela empresa é o excesso daquele importado pela Celse do Qatar, para alimentar a Usina Termelétrica do Sergipe. Uma vez que a Celse disponibilizará o excedente para empresas da região.

 

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