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Érica Mitidieri reafirma apoio a Lula pela inclusão, pelo respeito à diversidade e pelo combate à fome

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“Respeito acima de tudo.” Foi com essa mensagem que a primeira-dama de Sergipe e secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri, reafirmou seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante caminhada realizada na última sexta-feira, 23, no Centro de Aracaju, ela relacionou seu posicionamento à experiência na assistência social e à defesa de políticas de inclusão, direitos humanos e combate à fome.

“É ele quem respeita as pessoas, quem tem o olhar realmente para quem precisa”, afirmou. “E isso a gente só tem com um presidente que respeite as pessoas, respeite a diversidade, respeite as religiões.”

Ao lado do governador Fábio Mitidieri, Érica lembrou as discussões que acompanhou em Brasília sobre o atendimento à população e o fortalecimento das políticas sociais.

“Eu posso dizer isso, Fábio, porque enquanto secretária eu vivi”, declarou. “A gente via a discussão entre os secretários, trazendo a pauta da inclusão, da oportunidade, da qualidade de vida.”

Combate à fome e apoio à agricultura familiar

No discurso, Érica citou o Programa de Aquisição de Alimentos e o PAA Quilombola como exemplos da atuação federal que acompanha na assistência social. As iniciativas permitem comprar alimentos da agricultura familiar e destiná-los à população em situação de insegurança alimentar, associando o combate à fome à geração de renda no campo.

Desde a retomada do PAA, em 2023, foram investidos cerca de R$ 2 bilhões em todo o país, com aquisição de 376,6 mil toneladas de alimentos, conforme balanço nacional divulgado em 2026. No período de 2023 a 2025, o PAA Quilombola recebeu R$ 42 milhões em recursos federais.

O apoio às cozinhas solidárias também integra essa política. Instituído em 2023, o programa federal destina recursos a iniciativas da sociedade civil que produzem e oferecem refeições gratuitas a pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo a população em situação de rua.

Financiamento da assistência e participação social

Outra frente é o financiamento da rede socioassistencial. Os repasses federais para o cofinanciamento dos serviços do Sistema Único de Assistência Social, o SUAS, passaram de R$ 905,7 milhões, em 2022, para R$ 2,1 bilhões, em 2023, em todo o país.

Transferidos aos fundos municipais, estaduais e do Distrito Federal, esses recursos apoiam serviços como os oferecidos nos Cras, Creas e unidades de acolhimento.

“A gente trabalha muito na gestão trazendo isso, abrir os olhos das pessoas, ter a escuta para quem precisa, fortalecer as políticas públicas. E isso o presidente Lula faz”, afirmou Érica.

Na área dos direitos humanos, a retomada de espaços nacionais de participação ampliou o diálogo entre poder público e sociedade civil. Em 2025, a Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ voltou a ocorrer após nove anos. Durante o encontro, foi lançada a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, voltada à promoção da cidadania e ao enfrentamento da violência e da discriminação.

Também em 2025, a 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos reuniu representantes de diferentes regiões do país para discutir democracia, igualdade e garantia de direitos.

Soma de esforços

Ao falar sobre o trabalho necessário para alcançar quem mais precisa, Érica reconheceu a atuação do Governo de Sergipe e elogiou Fábio Mitidieri.

“A gente se soma para fazer a diferença, porque a gente tem um governador retado!”, afirmou. “Eu já agradeço ao nosso GOV por tudo que tem feito pelo nosso povo.”

A caminhada reuniu apoiadores e lideranças políticas, entre elas o governador, o senador Rogério Carvalho, o ex-governador Jackson Barreto e Lurian Lula, filha do presidente. O percurso começou na Praça da Bandeira e seguiu em direção à região dos mercados centrais.

Érica agradeceu aos participantes e à organização e defendeu a continuidade do diálogo sobre respeito, cuidado e democracia. Ao encerrar, saudou católicos, evangélicos, espíritas e pessoas de religiões de matriz africana.

“Vocês moram no nosso coração, porque isso é democracia! E se chama respeito!”

Fonte: Assessoria de Comunicação

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