Na tarde da última sexta-feira, 20, circulou uma informação dando conta que as obras do Hospital de Amor, localizada no povoado Urubutinga, na zona rural de Lagarto, foram paralisadas por determinação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O motivo, segundo consta, seria a grande interferência da obra no solo daquela região.
Diante disso, o articulador do empreendimento em Lagarto, José Carvalho de Menezes, o popular Juquinha, informou ao Portal Lagartense que as obras não foram paralisadas e que a informação circulada não passa de uma meia-verdade. “A obra é fiscalizada por diversos órgãos e é natural que um cobre mais do que o outro, mas todos estão de boa vontade. Portanto, não há nada que venha paralisar a obra, pois todas as pendências são resolvidas no dia a dia”, observou.
E completou: “No caso do Iphan, ele solicitou que fosse feito um estudo arqueológico dos 45 hectares, sendo que até o momento o Hospital de Amor somente utilizou quatro hectares. Diante disso e cumprindo a lei, o Hospital de Amor já iniciou os estudos arqueológicos e ainda se comprometeu em não realizar a terraplanagem até eles serem concluídos e oficialmente apresentados”.

Questionado sobre a possibilidade de uma paralisação futura, Juquinha demonstrou certa tranquilidade. “Lagarto não possui registro e nem nada referente a existência de sítio arqueológico. Além disso, em toda aquela região não deve haver nenhuma ossada, já que o solo é repleto de pedras”, argumentou.
Por fim, ele informou que a unidade central do Hospital de Amor de Lagarto deve entrar em atividade em junho de 2022 e que em setembro deste ano serão iniciados os trabalhos voltados à construção da pista de pouso.
O Portal Lagartense ainda não conseguiu estabelecer contato com o Iphan, para maiores esclarecimentos.




