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PC investiga crime de maus-tratos contra gato no interior de SE

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Está em investigação o caso de maus-tratos contra um gato registrado durante uma festividade tradicional de Cumbe. O animal foi mantido preso em um pote e depois perseguido por diversas pessoas. O caso ocorreu no último sábado, 13. Nesta segunda-feira, 15, a Delegacia de Cumbe e a Delegacia Especial de Proteção Animal e Meio Ambiente (Depama) estão atuando em conjunto com diligências e oitivas de pessoas para a continuidade das investigações acerca do caso e responsabilização criminal.

De acordo com o delegado Wanderson Bastos, responsável pela investigação, a festividade transcorreu de forma tranquila até que, na brincadeira de quebra de um pote, identificou-se a presença de um gato. “Nesse contexto, o gato estava trancado, sem luz e sem oxigênio. Após o objeto ser atingido, o gato caiu e foi perseguido”, descreveu.

Diante do cenário e considerando a potencial ilicitude, a Polícia Civil instaurou o inquérito policial. “Para averiguar a responsabilidade, além de apontar autoria e materialidade. E, após ouvir várias pessoas, identificar o dono do gato, identificar o responsável pela festa e demais pessoas que possam ser co-autoras, aplicar a lei”, ressaltou Wanderson Bastos.

Ainda segundo o delegado, desde 1998 há legislação que pune condutas ilícitas contra animais, sejam eles silvestres ou domésticos. “A lei recebeu uma alteração que estabelece que maus-tratos contra animais é crime punido com pena de dois a cinco anos. Se houver morte, a pena é aumentada”, contextualizou o delegado.

Com a gravidade do caso e diante da legislação, a Polícia Civil está investigando o caso registrado em Cumbe por meio de inquérito policial. “Então é preciso averiguar até onde foram esses maus-tratos contra o gato e verificar se houve ou não a morte do animal”, ressaltou o delegado.

A Polícia Civil solicita que informações e denúncias que possam contribuir com a investigação acerca do caso de maus-tratos contra um gato registrado em Cumbe sejam repassadas à polícia por meio do Disque-Denúncia, no telefone 181. O sigilo do denunciante é garantido.

Fonte: SSP/SE

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