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Plataforma Foco na Escola colabora no planejamento das unidades escolares para processos avaliativos

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Em outubro deste ano, a Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), por meio da Superintendência Executiva de Educação e da Coordenadoria de Estudos e Avaliação Educacional (Ceave), lançou a plataforma Foco na Escola, um ambiente virtual que reúne, organiza e articula dados relacionados a avaliações em larga escala, indicadores como o Ideb e exames como o Enem, apontando as habilidades em que os estudantes apresentem mais defasagem. Os técnicos das diretorias regionais de educação e da Seduc também têm acesso a um painel com dados do Censo Escolar.

 “A plataforma aproxima o trabalho de todos os educadores, em especial no tratamento de informações e de evidências educacionais para qualificar os planos de ação, o plano de aula do professor e todo esse processo de gestão, tanto na gestão escolar como na gestão da sala de aula, que é realizada pelos nossos docentes”, explica Joniely Cruz, coordenadora da Ceave. Segundo ela, é quando se apropria de evidências qualificadas e de todas as referências que são feitas a partir de dados, que conduzem a tomada de decisões e a formulação de políticas públicas com a finalidade de fazer intervenções na Rede Pública Estadual de Ensino.

Na última edição do Ideb, o Instituto Educacional Santa Terezinha do Menino Jesus, localizado no bairro Suíssa, em Aracaju, obteve nota 7,0. A gestora Silvia Maria Santos Silva Souza conta como as práticas adotadas pela escola impactaram essa nota e como a plataforma auxilia o desempenho escolar dos alunos. “Apropriar-se dos resultados das avaliações externas, ter conhecimento técnico da melhor forma de utilizá-los para planejar e replanejar foi de fundamental importância para o trabalho de nossa escola em relação à melhoria do desempenho escolar dos nossos alunos”, disse.

A plataforma apresenta de forma fácil, pedagógica e didática o perfil dos alunos, podendo identificar resultados de cada escola em todas as avaliações externas como a Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), por exemplo.

Para a gestora Sílvia Maria, é possível se atentar às habilidades, competências, descritores, proficiência em Língua Portuguesa e Matemática e fluxo (comparando turmas/ turnos/escolas/redes). “Esses dados são fundamentais para nortear todo o planejamento e trabalho pedagógico com foco na melhoria do desenvolvimento e domínio das habilidades”, pontua.

Após oscilações nos resultados do Ideb desde 2017, o Instituto aprimorou o sistema de acompanhamento pedagógico semanal, utilizando um mapa de desempenho escolar. Atualmente, os professores apontam a evolução de cada criança a partir do planejamento pedagógico e identificam aquelas que precisam de apoio para superar as dificuldades. Esse tipo de acompanhamento fez uma grande diferença para o resultado alcançado pela escola na edição seguinte do Ideb.

Segundo Silvia Maria, as questões norteadoras apontadas pela plataforma em todo o processo avaliativo de aprendizagem estão colocadas para resultar em um replanejamento a fim de produzir os processos avaliativos internos em preparação para as avaliações externas. São perguntas como “O que priorizar?, O que precisa retornar?, O que complementar?, O que aprofundar?” que vão mapear as brechas a serem preenchidas na aprendizagem de cada estudante.

A Plataforma Foco

O objetivo da plataforma é fornecer dados e evidências para subsidiar o planejamento e a atuação de servidores da educação em todos os níveis, da escola à secretaria. Desta forma, gestores públicos podem formatar políticas, materiais didáticos e avaliações mais assertivas. As diretorias regionais visualizam facilmente as dificuldades de aprendizagem e o contexto socioeconômico das escolas administradas, enquanto coordenadores e professores, em sala de aula, usam relatórios personalizados com os dados de cada aluno, além de terem acesso a materiais de apoio.

A plataforma foi desenvolvida pela startup de dados educacionais Por A Mais B (antiga Tuneduc), com o apoio do Itaú Educação e Trabalho. A plataforma foi criada em 2015 e já foi utilizada por mais de 60 mil educadores em dez estados brasileiros. Em 2020, apresentou dados de avaliações estaduais e nacionais de cerca de 500 mil estudantes.

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