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Projeto apresenta produções audiovisuais sergipanas no Centro Cultural de Aracaju

Centro Cultural de Aracaju funciona no antigo prédio da alfândega — Foto: Edinah Mary/Funcaju/Arquivo

O Projeto ‘Abril no Cinema’, organizado pela Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju), apresenta a partir desta quarta-feira, 13, cinco produções de audiovisuais sergipanas, na Sala Walmir Almeida, localizada no Centro Cultural de Aracaju, na Praça General Valadão, Centro.

O evento organizado também será realizado nos dias 20 e 27 de abril, três vezes ao dia: 10h, 13h e 16h.

A primeira exibição será o documentário ‘Janelas para as Artes: a Lei Aldir Blanc em Aracaju’. Além dele, outros cinco curtas-metragens serão apresentados, são eles: ‘Talvez Eu Nunca Tenha Amado’; ‘A Velha do Shopping’; ‘Fenemê Verde; ‘Saravá o Tempo’ e ‘Transfigura’.

Segundo o Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, o CinemAju tem a proposta de impulsionar a retomada dos espaços e equipamentos culturais da Prefeitura no pós-pandemia.

Confira as sinopses

  • Janelas para as Artes: a Lei Aldir Blanc em Aracaju (Funcaju – 15 minutos) – O documentário apresenta à população e aos órgãos públicos a dinâmica de produção e execução de projetos artísticos produzidos com o auxílio da lei federal de fomento à cultura – Lei Aldir Blanc, de 2020.
  • A velha do shopping (Gabriela Caldas/Olhos Cozidos – 20 minutos) – Personagem da cultura urbana de Aracaju dos anos 90, a chamada “Véia do Shopping” atraiu a curiosidade dos aracajuanos. O filme busca fazer um retrato poético e amoroso para a trágica história de Maria José.
  • Fenemê verde (Josivaldo Oliveira Silva/Bipolar Filmes – 19 minutos) – Gravado no interior de Sergipe, o filme conta a história de Marcos, um sanfoneiro que, após desistir da carreira de músico, decide se tornar caminhoneiro, pegando fretes em um antigo caminhão Fenemê. Está sempre acompanhado de seu sobrinho de dez anos, um menino problemático, criado pela avó, mas que tem em Marcos a sua referência de vida.
  • Saravá o Tempo (Dominique Mangueira – 11 minutos) – O curta é um convite à personagem Rosa a se ouvir, a acolher suas emoções, enxergar que o tempo age com ela e não contra ela, que o tempo é a vida. A intenção do filme não é abordar o tempo cronológico da vida, em que nascemos, nos tornamos crianças, adultos e idosos.
  • Talvez Eu Nunca Tenha Amado (André Aragão/Gonara Filmes – 28 minutos) – Anos após os efeitos de uma pandemia que destruiu a maior parte da vida na Terra, uma jovem sobrevivente retorna em busca de suas origens e fantasmas.
  • Transfigura (Raphael Borges/Uçá Produções – 21 minutos) – O documentário aborda o dia a dia dos artistas plásticos sergipanos Tintiliano, Gladston e Edidelson, protagonistas trovadores do seu tempo, em construção permanente de suas identidades artísticas ao fazer da vida, poesia, possibilitando da experiência artística vivida a projeção em obra de arte.

Fonte: G1 SE

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