Na tarde da última segunda-feira, 31, o Presidente da República Federativa do Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido), anunciou que o reajuste dos preços de todos os medicamentos comercializados no país foram adiados por 60 dias.
De acordo com o presidente, por meio de um comunicado em sua página oficial no Facebook, a medida foi tomada em comum acordo com toda a indústria farmacêutica do Brasil.

Inicialmente, conforme informações do jornal O Estado de São Paulo, divulgados no último dia 26 de março, o adiamento era esperado somente sobre o preço daqueles medicamentos que podem ser usado em pacientes com o novo coronavírus (Covid-19).
O reajuste no preço entraria em vigor a partir desta quarta-feira, 1º. Neste sentido, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) calculou que o ajuste de preços de medicamentos em 2020 deve ser de, no máximo, 4,08%. Para essa conta, são usados dados como o Índice de Preços ao Consumidor Aplicado (IPCA) e a produtividade do setor farmacêutico.
Cabe destacar que o ajuste no preço dos medicamentos é feito pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), estabelece limites para preços de medicamentos, adota regras que estimulam a concorrência no setor, monitora a comercialização e aplica penalidades quando suas regras são descumpridas. Por isso, consulte os preços máximos permitidos para medicamentos.





