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Recriação do auxílio emergencial deve atender mais brasileiros do que o previsto

Saque do auxílio emergencial

O recriação do auxílio emergencial deve atender cerca de 40 milhões de brasileiros, ou seja, mais do que os 32 milhões previstos inicialmente, segundo estimativas da equipe econômica do Governo Federal. 

Ainda assim, o número de pessoas atendidas deve ser inferior aos 67 milhões de brasileiros contemplados com o benefício em 2020. O objetivo é realizar uma filtragem, direcionando os recursos apenas para a população pertencente às camadas mais baixas de pobreza. 

Segundo informações da Folha de S.Paulo, a equipe econômica parte da premissa de que 75% das pessoas que receberam o auxílio emergencial no ano passado representavam a parcela de 50% da população brasileira com menos recursos. Por isso, a ideia é de que somente essa parcela de 75% dos beneficiários mais pobres voltem a ter acesso às parcelas. 

Considerando os dados atualizados pela Caixa, esse percentual representaria cerca de 50 milhões de brasileiros aptos a receberem o benefício. 

Apesar da pressão de muitos congressistas por um valor mais alto, as novas parcelas devem ficar entre R$ 200 e R$ 250, sob a justificativa de que todo o país seria empobrecido como consequência de um programa mais caro. O mais provável também é que o benefício seja pago em quatro parcelas liberadas nos meses de março, abril, maio e junho. 

A equipe econômica também estuda eliminar o pagamento em dobro das parcelas para mães solteiras. Com isso, o custo do auxílio emergencial em 2021 deve ficar entre R$ 24 e R$ 50 bilhões. No ano passado, foram liberados R$ 322 bilhões. 

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