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Sepultamento do PM Genézio é marcado por comoção e honras militares

Policiais da Caatinga dispensaram as honras fúnebres militares ao PM na entrada do cemitério

Na manhã desta terça-feira (27), o corpo do policial militar Genézio Monteiro da Cruz, de 30 anos, foi sepultado no Cemitério Nossa Senhora da Piedade, em Lagarto. A cerimônia fúnebre foi marcada por comoção e honras militares, que chamaram a atenção de populares ao percorrer algumas ruas da cidade de Lagarto.

Genésio morreu após uma troca de tiros com o ex-presidiário Luiz Fernando Rocha Santos, que também foi baleado, no final da noite de ontem (25), no povoado Pedrinhas, em Areia Branca. Outro militar e uma adolescente também saíram feridos, mas sem gravidade.

Com pouco mais de cinco anos de atuação na Polícia Militar do Estado de Sergipe, Genézio era lotado no 11° Batalhão de Polícia Militar (11°BPM) onde integrava a Força Tática.

Policiais da Caatinga dispensaram as honras fúnebres militares ao PM na entrada do cemitério

Por isso, sua despedida foi marcada pela ampla presença de policiais civis, militares, bem como de integrantes da Caatinga, do GATI, do Grupamento Tático Aéreo, e do Batalhão de Choque, que juntos seguiram o caminhão de bombeiros que transportou o seu corpo do velatório até o campo santo.

Além dessas instituições, também participaram do cerimônia fúnebre a Guarda Municipal de Lagarto, onde Genézio iniciou a sua carreira policial antes de ingressar na PM; o Departamento de Trânsito e Transportes Urbanos (DTTU) e a Guarda Municipal de Simão Dias.

Diversas autoridades e civis acompanharam o sepultamento

Diante disso, a Guarda Municipal de Lagarto afirmou estar de luto, por ter perdido um “guerreiro que se foi sem ao menos dar um adeus”.

Além dela, o Exclusivo Ensino, instituição onde Genézio se preparou para o concurso da PM, também anunciou seu enlutamento, acrescentando que Genésio era “Nosso ex-aluno guerreiro, exemplo de ser humano, de pai, humildade, perseverança, batalhador, e amigo de todas as horas”. 

Genézio era natural de Itapicuru (BA), mas residia em Lagarto onde iniciou os estudos e a sua carreira policial
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