A Barragem da Vale se rompeu na sexta em Brumadinho, MG; lama destruiu refeitório e prédio da mineradora, pousada, casas e vegetação.
Até agora: 84 mortos, 67 deles identificados; 276 desaparecidos; 192 resgatados; 391 localizados.Buscas entraram no sexto dia nesta quarta; 320 bombeiros estão na área atingida.
400 PMs foram deslocados à cidade de Brumadinho e à zona rural para evitar saques.
Vale prometeu eliminar barragens iguais às de Mariana e Brumadinho.
60 bombeiros da Força Nacional de Segurança Pública vão reforçar as equipes em Brumadinho. Eles sairão de Brasília por terra no sábado (2) e começarão a atuar no local da tragédia no domingo (3). Um helicóptero da Força Nacional de Segurança Pública reforçará a ação.
A Justiça do Trabalho determinou o bloqueio de mais R$ 800 milhões nas contas da Vale S.A. para assegurar pagamentos e indenizações trabalhistas a vítimas do rompimento da barragem da Mina do Feijão, em Brumadinho. Ao todo, a Vale já teve cinco bloqueios de recursos, totalizando R$ 12,6 bilhões.
Em resposta a uma ação cautelar no domingo (27), a Justiça já havia aprovado o bloqueio de R$ 800 milhões, correspondendo a 50% do total pedido pelo ministério.
Também foram impostas obrigações de arcar com custos de sepultamento, manutenção de pagamentos de salários a trabalhadores vivos e familiares de mortos e desaparecidos. Além disso, foi determinado a entrega de documentos para a instrução do inquérito e apuração das condições de segurança na mina de Brumadinho.
O MPT apresentou pedido de reconsideração da decisão para acolhida integral do bloqueio e a rápida liberação de seguro de vida. A procuradoria apontou que a resposta rápida da Justiça foi decisiva para socorrer às vítimas. O G1 entrou em contato com a mineradora e aguarda resposta.






