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Três bairros de Aracaju estão com alto índice de infestação pelo Aedes Aegypti

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Aracaju segue vigilante no combate ao mosquito Aedes aegypti, mantendo o índice de infestação em 1,4 – dentro do risco médio – conforme o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de março de 2025. Com ações integradas e participação ativa dos agentes de combate às endemias, a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) intensifica os trabalhos.
Mesmo com o controle em grande parte da cidade, a vigilância será ainda maior nos três bairros que apresentaram indicadores mais elevados: Cidade Nova, Capucho e Dom Luciano. Segundo Jeferson Santana, gerente do programa municipal de combate ao Aedes aegypti, o momento é de manter a vigilância. “Estamos no caminho certo, mas a união entre poder público e comunidade é essencial. Com o empenho de todos, seguiremos protegendo a saúde da população de Aracaju”, enfatizou.
Desde o início do ano, mais de 122 mil visitas domiciliares foram realizadas e cerca de 22 mil imóveis receberam aplicação de fumacê costal. As principais fontes de criadouros continuam sendo depósitos de água ao nível do solo, como tonéis e lavanderias, que somam 61,7% dos focos encontrados. “Estamos dentro da média esperada dos últimos dez anos, mas seguimos atentos e atuantes. É fundamental reforçar as ações preventivas e contar com o apoio da população para eliminar criadouros do mosquito”, destacou Jeferson.
Embora apenas três bairros estejam em situação de alto risco, o esforço é coletivo. “Nossa média está controlada, mas não podemos relaxar. Estamos intensificando ações nos pontos críticos e orientando a população sobre a importância de cuidar de depósitos de água e descartar lixo adequadamente”, ressaltou Santana.
De janeiro a março, os casos confirmados de arboviroses caíram 72,97% em comparação ao mesmo período de 2024. A meta agora é manter esse cenário e evitar novos surtos. Apesar do cenário controlado, o trabalho não pode parar. “Manter os índices baixos exige vigilância constante e a colaboração da população. Pequenas atitudes, como tampar depósitos de água e descartar lixo corretamente, fazem toda a diferença para impedir a proliferação do mosquito”, pontuou Jeferson Santana.
A participação da população é decisiva no combate ao mosquito transmissor da dengue. Por isso, é fundamental que os moradores abram suas portas para os agentes de endemias, que estão devidamente identificados e prontos para orientar sobre os cuidados necessários. “Cada visita é uma oportunidade de eliminar criadouros e evitar a proliferação do mosquito. Se cada um fizer a sua parte, protegemos nossas famílias e toda a cidade”, concluiu Jeferson.
Por Ascom/SMS
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