A vazão na Hidrelétrica de Xingó vai permanecer com sua defluência média de 4.000 m³/s até que uma nova análise seja realizada. A informação foi divulgada, na última terça-feira, 01, pela Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).
Através de nota da sua assessoria de comunicação, a Chesf informou que já comunicou às prefeituras, defesas civis, comitês, associações, entre outras entidades e usuários.
Durante o período da manhã, foi realizada uma reunião de acompanhamento das condições de operação do sistema hídrico do Rio São Francisco, coordenada pela Agência Nacional das Águas e Saneamento Básico (ANA), com a participação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) e outros órgãos que atuam na bacia.
As previsões meteorológicas apresentadas foram de permanência de chuvas nas próximas semanas no Alto São Francisco, em Minas Gerais, e em parte da Bahia. Dessa forma, os reservatórios precisam continuar operando no regime de controle de cheias.
Ainda de acordo com a companhia, a vazão de 4.000 m³/s, pelas regras estabelecidas, é a metade do valor máximo que a Chesf pode liberar de água e, portanto, é fundamental que a calha do rio seja mantida desocupada.
Fonte: G1 SE




