“Se eu trouxe R$ 1,5 bilhão como deputado federal, tenha certeza de que, como senador, vou trazer muito mais”, diz. E reforça uma convicção: “Eduardo Amorim será eleito e terá um mandato que permitirá reeleição”
Os números que envolvem a história do candidato ao Senado André Moura, PSC, chamam a atenção de quem se atenta à política. Ele lidera 300 deputados e 50 senadores, já teve seis mandatos eletivos, diz contar com o apoio de 65 dos 75 prefeitos sergipanos e garante que carreou R$ 1,5 bilhão em recursos para o Estado nos últimos anos.
Todos esses fatos parecem ter dado a André uma certeza diretamente proporcional a eles. “Minha força no Congresso não vem de ser líder. É claro que eu ampliei. Mas não tenha dúvida de que no próximo ano continuarei ajudando Sergipe. Eu abri portas para Sergipe e elas vão continuar abertas”, garante.
Mas nem sempre foi assim. André começou sua vida política como assessor da então primeira-dama de Sergipe, Maria do Carmo Alves; depois do pai, Reinaldo Moura, quando presidia a Alese. Se for eleito, poderá ser colega de Senado de Maria, com quem revela ter aprendido muito. O pai aposentou-se, mas segue o filho de faróis acesos.
Claro que a carreira vultosa desse André na política também contou com o aprendizado que herdou da labuta com o pai, o ex-deputado estadual Reinaldo Moura. “Atuei no gabinete, depois fui chefe de gabinete e diretor-Geral da Assembleia. Eu sempre gostei muito de política, mas esse convívio com Dona Maria e com Reinaldo Moura me fez ter um olhar diferenciado para a política”, reconhece.






