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Médica explica diferenças entre asma e bronquite

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Muitas pessoas confundem bronquite com asma, pois ambas causam falta de ar. Por isso, a pediatra e coordenadora do Hospital Pediátrico Drº José Machado de Souza, localizado no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), Cristiane Barreto, destaca que é comum chegarem casos no hospital e explica a diferença entre as doenças.

Com acompanhamento médico e tratamento adequado as doenças são controladas e a pessoa volta a ter uma vida normal.

“A bronquite é uma inflamação de vias aéreas de origem viral ou bacteriana que cursa com aumento de secreção e tosse. As pessoas confundem muito bronquite e asma. A asma é uma doença alérgica, que persiste por um longo período com bronco espasmo e não tem nada a ver com bronquite, que é tratada com xarope ou nebulização. Quando há suspeita de infecção bacteriana faz o uso de antibiótico. Geralmente o paciente que é asmático está mais propenso a ter mais infecção, por isso dizem que é bronquite asmática, mas são duas patologias bem diferentes”, explicou Cristiane Barreto.

Ela explica que com acompanhamento médico e tratamento adequado a doença é controlada e a pessoa volta a ter uma vida normal. Isso vale para a bronquite quanto para a asma.

“A asma é mais complicada porque é uma doença alérgica que requer mais tempo em observação hospitalar, as vezes não vem com infecção, tira o paciente daquele quadro de bronco espasmo porque na asma você tem uma contração na musculatura brônquica, dificulta a passagem do ar e da tosse, geralmente você reverte o quadro e o paciente fica bom e vai embora. A bronquite é mais simples, mas as vezes requer um tratamento mais trabalhoso e demorado”, ressaltou a pediatra.

Se colocados num estágio, seria evoluído da seguinte forma: uma gripe simples, bronquite e depois uma pneumonia. Por isso, a pediatra alerta aos pais sobre os cuidados e a identificação correta de cada doença.

“O alerta aos pais é observar, primeiramente resfriado, coriza e tosse sem febre, isso caracteriza um resfriado. A gripe precisa ter febre e os pais devem ficar atentos caso a febre não apresente melhoras, a tosse for persistente e houver desconforto respiratório tem que buscar ajuda com o médico, porque normalmente esses quadros virais benignos, com três a cinco dias se resolve espontaneamente, caso contrário com mais de 48 horas de febre, deve ficar em sinal de alerta”, concluiu Cristiane Barreto.

Fonte: SES

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