Faz um tempo que as criptomoedas deixaram de ser novidade para quem acompanha o mercado financeiro internacional. Afinal, em dois anos, ativos criptografados como Bitcoin tiveram uma valorização acima da média. Essa subida de preço repentina levou muitos analistas a compararem a febre do Bitcoin pela corrida do ouro que aconteceu nos últimos séculos.
Países e governos do mundo todo ainda não compreenderam o papel revolucionário das criptomoedas e da tecnologia que elas carregam, a blockchain. Alguns, como El Salvador, prevendo a hegemonia dos novos meios de pagamento, estabeleceu o Bitcoin como moeda oficial do país, atraindo turistas e divisas para seu território. E o Brasil?
Legislação sobre criptomoedas no Brasil
No Brasil, a legislação é bem branda quando se trata de criptomoedas. Qualquer brasileiro pode possuir criptomoedas, uma vez que o Brasil adota o modelo rígido de regulação, ou seja, aquilo que não é proibido em lei está, automaticamente, autorizado. Entretanto, em razão do aumento do número de negócios voltados para criptomoedas, as casas legislativas têm buscado regular o tema.
No Congresso Nacional existe uma variedade de projetos de leis cujo os objetivos é estabelecer regras mínimas para proteger o investidor brasileiro de atividades fraudulentas, empresas de fachada que se aproveitam da liberdade concedida pela criptomoeda para aplicar golpes. Esse é o caso do PLs n.º 3.825/2019 e 2.303/2015, ambos de autoria de Aureo Ribeiro.
Além desses projetos, existem outros mais recentes, como o do também deputado federal Alexandre Frota, do PSDB, que apresentou o PL 2.140/2021, no segundo semestre, com objetivo de criar um conjunto de normas e regras que obriguem o Estado Brasileiro a fiscalizar as transações envolvendo criptomoedas.
Como comprar uma criptomoeda?
Enquanto os projetos são debatidos, o mercado brasileiro de criptomoedas segue a todo vapor. Cada vez mais empresas surgem com o propósito de fazer a intermediação da negociação desses ativos digitais. Já são incontáveis o número de corretas que aparecem nos últimos meses, cada uma com uma plataforma própria e recursos exclusivos.
Antes de concluir seu cadastro em uma dessas casas é sempre importante verificar a segurança da empresa, se ela é reconhecida no mercado e possui boas avaliações de seus usuários. Isso porque, assim como os casinos online, essas empresas muitas funcionam em outros países e qualquer problema pode deixar sua vida mais difícil.
Quando um jogador busca por um cassino online ele também precisa buscar por referência que o levem a um cassino confiável e segundo como o https://vulkanvegas.com/pt. O mesmo cuidado deve ter o investidor brasileiro que quer negociar com criptomoedas. A razão dessa precaução é simples, o mercado ainda é incipiente e, por conta da falta de regulamentação, golpes e fraudes são bem comuns.
Vantagens de operar com corretoras
Existem muitos investidores que ainda se questionam se vale a pena comprar bitcoin por meio de corretoras ou diretamente de proprietários. Tudo vai depender do conhecimento de cada um sobre o tema. É verdade que a tecnologia blockchain é segura o suficiente para garantir a efetividade das negociações e limitar as probabilidades de golpes.
Entretanto, é preciso ter conhecimento aprofundado sobre o funcionamento da blockchain e como se aproveitar para evitar ser vítima de uma venda fantasma. Quem está começando a investir em bitcoin agora, o indicado é buscar por uma corretora com boa reputação entre o público brasileiro. São várias as vantagens de comprar bitcoin por corretoras.
- Aquisição segura
- Garantia de proteção
- Chave codificada
Esses são alguns dos serviços oferecidos pelas principais corretoras de bitcoin do mercado. Além disso, é possível encontrar corretoras que fazem empréstimos aos seus clientes, baseado na carteira de ativos. Também existem corretoras que dão dicas de investimentos e produzem conteúdo frequente para os iniciantes se inteirar do vasto mercado de criptomoedas.
Ainda está em dúvida?
Se chegou até aqui e ainda está em dúvida sobre investir em criptomoedas em 2021, vamos a alguns fatos. Nos últimos 12 meses, o bitcoin, principal criptomoeda do mercado, teve o seu valor de mercado aumentado em nada menos que 350%. Quem investiu R $1.000,00 em bitcoin no final de 2020, hoje está com uma carteira de R $3.500,00.
É um retorno que vai além de muitas ações e outros investimentos privados. Além disso, as criptomoedas não são influenciadas pelo humor do mercado. Claro que quando sai alguma notícia de que determinado grande país, como EUA ou China, pretende regular o mercado, os valores desabam e muita gente acaba abandonando suas criptomoedas.
No entanto, isso não aconteceu com os grandes investidores. Eles estão cientes que é pouco provável que os países consigam regulamentar o bitcoin a ponto de torná-lo um ativo a mais, como tantos outros que já existem no mercado. O principal motivo é a tecnologia blockchain, impossível de ser decodificada.
Além disso, o blockchain é uma tecnologia finita. São apenas 21 milhões de moedas disponíveis no mercado. E em determinado momento, o número vai parar de aumentar e se estabilizar. Quem não comprou, nunca mais vai comprar. Por isso, os investidores sabem disso e investem pesado em criptomoedas. E você, está esperando o quê?




