O ministro Alexandre de Moraes, do STF, defendeu a punição para quem atenta contra a democracia, após explosões em frente à sede do tribunal no dia 13.
O responsável, Francisco Wanderley Luiz, foi impedido de entrar no prédio com explosivos e acionou-os, morrendo no local. Moraes classificou o ato como terrorista e criticou a banalização do ocorrido como “mero suicídio”.
Ele foi escolhido relator da investigação, enquanto a Polícia Federal e a unidade antiterrorismo apuram o caso, visto como não isolado. As explosões ocorreram às 19h30, sem feridos, e o prédio foi evacuado.
Com informações da Agência Brasil





