PUBLICIDADE

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
post
page

PUBLICIDADE

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
post
page
Publicidade

Moro diz que usará modelo da Lava Jato para combater crime organizado.

whatsapp-image-2018-11-06-at-16.13.25

O juiz federal Sergio Moro disse em entrevista coletiva nesta terça-feira (6), em Curitiba, que usará o modelo da Operação Lava Jato para combater o crime organizado no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a partir de 2019.

“A ideia é replicar no ministério as forças-tarefas adotadas na Operação Lava Jato”, afirmou.

Esta é a primeira vez que o Sérgio Moro participa de uma entrevista coletiva, desde 2014, quando assumiu operação e se tornou figura conhecida em todo o Brasil.

Antes dos repórteres começarem as perguntas, o juiz fez um histórico da operação e disse ter aceitado o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para buscar implantar no “governo federal uma forte agenda anticorrupção” e uma forte agenda contra o crime organizado.

Veja os temas abordados na entrevista

Perseguição política – “É um pouco estranho dizer isso, mas não existe a menor chance de usar o ministério para perseguição política”, afirma Moro. Ele diz que crimes de ódio são “intoleráveis”.

Convite para ministério – Moro diz ter aceitado o convite de Bolsonaro para buscar implantar no “governo federal uma forte agenda anticorrupção” e uma forte agenda contra o crime organizado

Moro ministro

Moro abandonou a carreira de juiz federal para ser ministro da Justiça do governo do presidente eleito.

Na segunda-feira (5), ele comentou a decisão de deixar a magistratura e disse que não se vê “ainda como um político verdadeiro”. Na avaliação dele, o cargo é predominantemente técnico.

Férias e exoneração

Moro se afastou das atividades de juiz federal e da Lava Jato logo após aceitar o convite para ser ministro. Em ofício, ele comunicou que vai sair de férias por 17 dias a partir desta segunda e que vai pedir a exoneração da magistratura em janeiro.

Com a saída de Moro, a juíza Gabriela Hardt, substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, fica à frente dos processos da Lava Jato interinamente, até que seja escolhido um novo responsável.

Publicidade
Publicidade