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Orsse recebe violinista Winston Ramalho para estreia da “Sinfonia Espanhola” em Sergipe.

Orsse

O final do ano bate à porta e traz ao público a possibilidade de prestigiar algumas apresentações especiais da Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse). Um dos concertos, intitulado “Uma Noite na Espanha”, acontecerá nessa quinta-feira, 29, às 20h30, no Teatro Atheneu. A apresentação terá como atração o violonista principal da Orquestra da Câmara de Curitiba, Winston Ramalho. Na oportunidade, tanto a Sinfonia Espanhola, do compositor Edouard Lalo, quanto o músico paranaense, estarão recebendo o carinho da plateia sergipana pela primeira vez.

A regência ficará por conta do maestro Guilherme Mannis, que também faz a direção artística da Orsse e cuidadosamente escolheu o repertório. E por falar em seleção, quem acompanhar a apresentação também desfrutará de composições de Georges Bizet, especificamente, excertos das Suítes L’Arlésienne, música composta para a peça de teatro homônima de Alphonse Daudet.

Os ingressos para o encontro dos amantes da música clássica com a Orquestra estão disponíveis nas bilheterias do Teatro Atheneu a preços populares. A Orsse é uma realização do Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Sobre o músico convidado

Winston Ramalho é um dos mais destacados violinistas brasileiros de sua geração, e como dizia seu grande mestre Tibor Varga: — “Mãos perfeitas para o violino como as de Winston só nascem de 10 em 10 anos”. Foi orientado no Brasil e no exterior pelos professores Marco DammHildegard SobollElisa FukudaWolfgang Redik (Vienna Piano Trio), Naoko Tanaka e da famosa pedagogaDorothy Delay. Posteriormente foi aluno e assistente do consagrado professor e solista Tibor Vargana Univesität Für Musik und Darstellende Kunst Graz na Áustria. Atualmente leciona nos principais festivais do Brasil e América do Sul e é Spalla da Orquestra de Câmara de Curitiba e Camerata Antiqua de Curitiba.

Sobre as composições e autores

Édouard Lalo, excelente violinista, contribuiu consideravelmente para o renascimento da música instrumental francesa no final do século XIX. Em sua obra mais conhecida, a popular Sinfonia Espanhola, o compositor explora os ritmos ibéricos que, na época, representavam inovação ousada para a música francesa e uma reação efetiva à hegemonia da música germânica. A ensolarada Espanha opunha-se, no imaginário francês, ao soturno universo wagneriano (A Carmen, de Bizet, estreou pouco depois!). A Sinfonia foi dedicada ao célebre violinista espanhol Pablo de Sarasate, que a estreou em Paris a 7 de fevereiro de 1875 nos Concertos Populares. Formalmente, a Sinfonia Espanhola aproxima-se muito de um concerto para violino e orquestra – apesar da ausência de cadências, as exigências ao intérprete são enormes e a peça integrou-se definitivamente ao repertório concertante dos violinistas.

O grande sucesso em vida de Georges Bizet foi a música para a peça teatral de Alphonse Daudet,L’Arlésienne. Baseada num conto do autor, L’Arlésienne foi apresentada como drama cénico em três atos em 1872. Tendo como pano de fundo a Provença rural de meados do século XIX, a peça relata a história de uma jovem (Arles) que, apesar de já ter sido casada, é desejada por dois irmãos solteiros (Fréderi, o mais velho, e Inocente). A obra abalou a moral da época, que impossibilitava a relação de um solteiro com uma mulher que já tivesse sido casada. Esse mega evento que será realizado pela Orquestra Sinfônica de Sergipe,no Teatro Atheneu, no dia 29 de Novembro , quinta-feira, 20h30, tendo como regente , Guilherme Mannis, e Winston Ramalho, violinista.

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