Servidores da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) que trabalharam no Hospital Universitário (HU) decidiram entrar em greve na manhã desta terça-feira (5). A reivindicação deles é, dentre outras, um reajuste salarial de 4,5% dos últimos dois anos.
“O Governo quer que a gente abra mão de um processo judicial e assim percamos o retroativo que é nosso. Não é culpa nossa se a empresa atrasou o pagamento que tinha que ser feito há dois anos. O empregado não pode ser penalizado agora por um erro do próprio governo”, disse Ricardo Abreu, representante dos funcionários da EBSERH.
Ao todo, 1100 funcionários aderiram a paralisação entre eles estão médicos, enfermeiros e técnicos de vários setores do HU. Segundo o movimento, na UTI apenas 50% dos trabalhadores permaneceram em atividade. Já para o restante do Hospital Universitário apenas 30%.
“A greve está mantida por tempo indeterminado. Fizemos uma contra proposta e já foi encaminhado a Brasília para que a EBSERH tenha conhecimento da nossa proposta do que nós queremos enquanto empregados. Enquanto não tiver uma resposta positiva, a greve fica mantida.”, completou Ricardo.
Outra reivindicação dos servidores é a carga horária e as condições de trabalho. Ainda segundo a categoria, outros 23 estados aderiram a greve.




