PUBLICIDADE

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
post
page

PUBLICIDADE

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
post
page
Publicidade

Setores pediátrico e cirúrgico do Fernando Franco continuam sem funcionar

Fachada-Fernando-Franco

Aos poucos o Hospital Fernando Franco, no conjunto Augusto Franco, zona Sul de Aracaju, volta a sua rotina. Na manhã desta segunda-feira (11), a demanda para atendimento foi considerada baixa.

Setores pediátricos e cirúrgicos continuavam fechados à espera de profissionais.

Com uma média de 10 mil pacientes por mês, a unidade hospitalar ficou com atendimento comprometido desde o começo de janeiro, quando o impasse sobre a forma de contratação e pagamento dos médicos que atuavam nas UPAs da capital fez esses profissionais deixarem as escalas.

Com os problemas, a princípio, solucionados, a Secretária Municipal de Saúde (SMS) indicou que a desinterdição dos espaços depende apenas de profissionais habilitados e interessados em ocupar a vaga e assim fechar a escala de atendimento.

Conforme a pasta, muitos profissionais manifestaram receio de realizar o cadastro e ter algum tipo de conflito com o Conselho Regional de Medicina (CRM). Entretanto, a secretaria afirma que “não há nenhuma ilegalidade em prestar serviço via pessoa jurídica, ao contrário do que acontecia com os recibos de pagamento autônomo (RPA)”.

Mesmo com a situação bem encaminhada, não existe um prazo estabelecido para a resolução do impasse, garante a secretaria.

Segundo a pasta, a escala da pediatria já está completa, mas o setor cirúrgico requer mais dois médicos. A partir da efetividade no trâmite, a SES irá solicitar o pedido de desinterdição.

Atendimento

De acordo com a gerente administrativa, Josineide Oliveira (foto), muitas pessoas ainda não sabem que o hospital voltou a funcionar e a procura pelo Fernando Franco acaba sendo reduzida a uma quantidade mínima de pessoas.

“Antes de todo o problema, tínhamos cerca de 150 atendimentos diários nos finais de semana, mas após a desinterdição contabilizamos apenas 70”, afirmou.

Entenda o caso

No final de semana, a unidade de pronto atendimento foi  parcialmente desinterditada pelo Conselho de Medicina e totalmente desinterditada da parte do Conselho de Enfermagem. O hospital tinha quatro setores sob interdição ética da entidade desde a última sexta-feira (8).

De acordo com o documento assinado pelo presidente do Coren-SE, Diego Rafael da Silva Borges, a desinterdição tem validade porque foram comprovadas pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) as adequações das irregularidades identificadas nas áreas de pediatria, salas de Observação masculina e feminina, e Central de Material e Esterilização (CME).

 

Publicidade
Publicidade