No último dia 28 de janeiro, o Portal Lagartense noticiou que o grupo Saramandaia, liderado pela Família Reis, anunciaria o seu pré-candidato a prefeito de Lagarto depois do Carnaval, que encerrou na última terça-feira, 25. O anúncio, segundo o deputado federal Fábio Reis (MDB), ocorreria depois de uma reunião com os integrantes do grupo.

No entanto, novas informações obtidas pela reportagem do Portal Lagartense dão conta que o grupo Saramandaia ainda está definindo a data do tal encontro. Alguns nomes da ala saramandaísta especulam que a reunião ocorrerá em no máximo 15 dias, mas nada fora confirmado.
Mesmo assim, nesta reunião, as lideranças terão que escolher quem será o candidato a prefeito de Lagarto pelo grupo. Nesta seara figuram os nomes do deputado federal Fábio Reis, do ex-prefeito Jerônimo Reis e do ex-deputado federal Sérgio Reis, que é quem tende a ser o indicado, sobretudo devido ao seu desempenho na pesquisa realizada pelo Instituto Exclusivo e divulgada com exclusividade pelo Portal Lagartense.
Nela, Sérgio Reis (MDB) aparece tecnicamente empatado dentro da margem de erro com a prefeita Hilda Ribeiro (SD) nas modalidades espontânea e estimulada, o que já deu a entender no eleitorado lagartense que depois de anos a disputa pelo comando da Prefeitura Municipal de Lagarto será entre um integrante da família Reis e outro da família Ribeiro. Um legitimo Bole-bole x Saramandaia.
Aliado a este fator, Sérgio Reis – que ainda precisa do aval dos integrantes do seu grupo – conta com a desistência da sua tia, a deputada estadual Goretti Reis, que recuou de ingressar na disputa pelos mesmos motivos que podem vetar o nome do deputado federal Fábio Reis do pleito municipal. É que o ex-prefeito Jerônimo Reis acha melhor que o grupo continue com representantes na Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) e na Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.
E se este entendimento do patriarca da família Reis for mantido, os saramandaístas terão que optar apenas por Jerônimo ou Sérgio Reis. Cabe destacar que o primeiro tem 0,3% das intenções de voto na estimulada, enquanto o segundo tem 12,5%. Desta forma, de certo existe apenas a união do grupo que historicamente nunca entrou numa disputa municipal dividido. Resta-nos aguardar os próximos capítulos.
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